Dias 8 e 9 – Punta del Este

Olá pessoal,

Depois de cinco dias sem atualização, vamos terminar os relatos de nossa viagem. Hoje, os dois dias que ficamos em Punta del Este.

Conforme último post, chegamos no hotel The Smalleast próximo das 16h30, e depois de quase 7h de viagem, resolvemos descansar um pouco no hotel. O atendente do hotel foi muito prestativo e nos mostrou os principais pontos turísticos de Punta num mapa gigante, o que foi de bastante utilidade.

Como já tinha anoitecido, resolvemos visitar o Punta Shopping para jantar por lá e depois ir no cassino do Conrad. Dentro do shopping havia um supermercado, o que sempre é útil, principalmente para turistas. Das lojas, nenhuma a se destacar (seja pelo preço ou pela loja em si).

Fomos jantar no restaurante Don Peperone, que ficava fora do shopping, mas dentro do estacionamento. A Aline pediu uma salada média, que de média só tinha o nome mesmo (R$15).

Eu pedi uma Napolitana (R$40), que nada mais é do que um bife com queijo e tomate em cima (acompanhado de fritas), e para acompanhar fomos de Patricia de 1 litro (R$16,80).

Para dar uma digerida na janta, andamos mais um pouco no shopping e perto das 22h30 saímos rumo ao hotel-cassino Conrad para tentar a sorte nas máquinas. Cada um teria US$10 para gastar (não existem mais moedas para jogar, você coloca a nota mesmo na máquina e, quando ganha, retira um bilhete para trocar por dólares nos caixas). Perto da meia-noite saímos de lá com os mesmos US$20 iniciais, depois de ganhar algumas migalhas numa das máquinas. A promessa era que voltaríamos na noite de sábado.

É incrível como as pessoas vão lá para jogar como se dinheiro fosse achado no lixo. Vimos várias senhoras colocando notas de US$100 nas máquinas, e com o botão de “autojuego” ligado, ou seja, elas somente ficavam olhando a máquina girar, girar e comer o dinheirinho delas.

No sábado dia 26, acordamos próximo das 08h30, tomamos o ótimo café da manhã do hotel e saímos de carro para visitar o Monumento al Ahogado, a praia da Barra e o famoso bairro de Beveryl Hills.

Antes de sair, na mesma quadra do hotel, estão localizados dois pontos turísticos de Punta: o Farol e a Igreja Candelaria. Aproveitamos para tirar algumas fotos.

O Monumento al Ahogado (popularmente conhecido como La Mano), também ficava próximo ao hotel (cerca de meia hora de caminhada), mas como iríamos de carro até La Barra, resolvemos passar por lá de carro mesmo.

No caminho para La Barra (tradicional ponto de encontro dos jovens, cheio de bares e baladas), mais um ponto turístico de Punta: a Ponte da Barra Leonel Viera, ou simplesmente a Ponte Ondulada.

Andamos um pouco em La Barra, e obviamente não havia nenhum movimento (por ser de manhã e por estarmos em maio). Voltamos para visitar o bairro de Beveryl Hills, onde estão algumas mansões dos pobres milionários de Punta. A única movimentação era de empregados, sobretudo jardineiros, mas curiosamente encontramos uma macumba feita com Velho Barreiro numa das ruas do bairro (na macumba o rico economiza, kkk).

Voltamos para o hotel para deixar o carro (ainda deu de ver o final do jogo entre Dinamarca e Brasil) e rumar a pé para visitar mais pontos da cidade. A primeira visita foi ao Porto de Punta, que ficava a apenas 3 quadras do hotel. Já havíamos lido que existiam lobos marinho no porto de punta (cerca de 3 ou 4), mas quando chegamos lá a nossa contagem deu mais ou menos 8. Os pescadores que estão vendendo sua mercadoria limpam os peixes e dão a parte que não vendem para os lobos, que são bem mansos.

Mas quem roubou a cena foi um vira-lata que simplesmente ficava estático olhando os lobos. No tempo que ficamos por lá (40 minutos), ele não mexeu um músculo, a cena era hilária!

Saímos do Porto rumo às principais ruas de Punta: a Gorlero e a Remanso, onde estão as principais lojas. Numa praça central ainda havia uma feira de artesanato, onde compramos algumas lembranças para nossos familiares. Na rua 29, as lojas da Tommy Hilfiger (aberta) e da Louis Vitton (fechada). Em 2007, quando eu fui para Punta, lembro de ter ido na loja da Tommy e encontrado vários itens que valiam a pena comprar, mas esse ano saímos de lá com as mãos abanando, pois os preços estavam no mínimo o dobro do estava no Chuy.

Almoçamos no Il Mondo Della Pizza (segunda noite em Montevideo comemos por lá) um lanche mesmo (dois x-burguers + fritas por R$25). Caminhamos mais um pouco, voltamos ao porto para dar mais uma olhada nos lobos, passamos no supermercado, comprei uma long neck da Zillertal e voltamos para o hotel.

À noite, nos despedimos de Punta comendo uma ótima Paella no El Pobre Marino. Como todo prato de frutos do mar, o preço era salgado (R$80), mas certamente valeu a pena. O local era bastante aconchegante e o garçom muito prestativo e simpático, na nossa opinião o melhor de toda a viagem

Fizemos a digestão novamente no shopping e voltamos ao Conrad para gastar os US$20 da noite anterior. Desta vez deu o óbvio e perdemos os US$20 em menos de 1 hora. Mas valeu a diversão. Numa salinha separada, estava rolando um campeonato de poker, que somente para entrar, você precisava desembolsar US$1000.

Voltamos para o hotel próximo da meia-noite e fomos dormir, visto que no domingo acordaríamos as 05h30. Ao comentar com o atendente do hotel sobre isto, questionando se haveria alguém para fazer o check-out a essa hora, o mesmo ofereceu um mini café da manhã para nós. Tarefa que foi cumprida no outro dia, o que fez o hotel ganhar muitos pontos com a gente.

Amanhã (quinta-feira), o post dos dois últimos dias de viagem. Depois disso, um especial sobre os hotéis em que ficamos hospedados!

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