Viagem Panamá/Costa Rica – Bocas del Toro (Panamá)

Bom dia pessoal,

Iniciamos hoje de fato o relato da viagem do irmão e futura cunhada do Fábio ao Panamá e à Costa Rica, viagem esta realizada no mês passado. O post inicial abrange a viagem de ida até o Panamá e os dias em Bocas del Toro.

Antes de tudo, uma apresentação do casal:

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A viagem se iniciou ainda em Joinville, no dia 13 de abril, quando eu e a Aline demos carona à eles rumo ao Aeroporto Afonso Penna, em São José dos Pinhais. O vôo saiu as 07h de Curitiba com destino à maior cidade do país, São Paulo. Lá, eles aguardaram um tempinho até embarcarem com destino à Cidade do Panamá, pois o vôo de Guarulhos saiu perto do meio-dia.

Foram cerca de 7 horas de viagem até o Panamá, só que como a diferença de fuso é de 2 horas, a chegada em terras estrangeiras foi às 17h. No caminho uma foto dos rios do Amazonas:

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Como o objetivo do dia era tentar pegar o último ônibus com destino a Almirante (distante 600 km da capital), assim que chegaram ao aeroporto já tomaram um táxi (US$33) até o terminal de ônibus da cidade.

Perto das 18h, eles chegaram ao terminal de ônibus e então compraram as passagens de ônibus para Almirante (US$56 para os dois). Como a saída era somente às 21h, então tiveram que aguardar mais um tempinho na rodoviária. A longa viagem noturna adentrou ao domingo, dia 14 de abril. Chegando em Almirante próximo das 08h, pegaram o quarto meio de transporte diferente: um barco (US$8) que os levou até à ilha de Colón, que é a principal ilha da província de Bocas del Toro.

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De Colón, mais um barco (US$4) até à ilha de Carenero, e próximo das 10h chegaramdo finalmente ao hotel El Faro del Colibri, escolhido para ser a hospedagem até quarta-feira pela manhã. O pacote (3 diárias com café da manhã incluso) saiu por US$210 para os dois. O quarto possuía +/- 20m² e ficava sobre a água cristalina do mar caribenho, onde eram avistados muitos peixes, estrelas do mar e até uma arraia.

O hotel também conta com um sobrado no formato de um farol, que tem cerca de 69m².

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A área onde é servido o café é bem espaçosa e o café é recheado de frutas:

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Já o quarto é composto de uma cama de casal, uma mesinha e o banheiro, é claro. Há também ar condicionado e televisor.

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No restante do domingo, ainda cansados da viagem de ida, eles resolveram permanecer próximo ao hotel, deixando os passeios para os dias seguintes.

Na segunda-feira, dia 15, partiram para Dolphin’s Bay, que como o nome já diz, é uma baía cercada de mangue que tem bastante golfinhos. Infelizmente eles deram azar e no dia do passeio visualizaram apenas um ou dois golfinhos próximos ao barco. Porém ao mesmo tempo deram sorte ao encontrarem um bicho preguiça e seu filhote em uma das árvores do mangue:

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Após o passeio pela baía, eles foram reservar o almoço num restaurante próximo (ficaremos devendo o nome). O restaurante, assim como o hotel, também fica sob estacas, e próximo à ele há lugares propícios para o mergulho, onde é possível avistar diversas espécies de peixes, de várias cores, além de lindos recifes e corais. A visibilidade no dia estava em aproximadamente 8 metros, isso que o tempo estava meio nublado. Infelizmente os vídeos feitos com a câmera GoPro ficaram meio escuros, não refletindo o que era visto a olho nu.

Após mais de duas horas mergulhando, era a hora do almoço: um peixe com arroz e banana frita. Falando em banana, a fruta era item obrigatório na maioria dos pratos comidos do Panamá.

Após o almoço o destino era a Red Frog Beach (ou Praia do Sapo Vermelho). O nome da praia é este pelo fato de existirem pequenos sapos vermelhos na trilha dela. Antes de saírem buscando o tal do sapo vermelho, algumas fotos do local:

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Depois de mais de uma hora em busca dos sapinhos, finalmente eles encontraram alguns. O sapo é minúsculo, menor do que uma unha humana:

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Após os passeios, uma sessão de surfe (as ondas estavam minúsculas, porque o período de ondulações no Caribe vai até março) antes da janta:

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A janta foi na própria ilha do hotel, no Restaurante Bib’s, onde segundo a Jordana está o melhor suco de abacaxi que ela já tomou na vida dela. O cardápio da noite foi um macarrão com molho branco e camarões para a Jordana e iscas de peixe com batata frita para o Júnior.

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Na terça-feira, dia 16, o destino do dia era a ilha de Bocas del Drago. Para chegar até lá, primeiramente pegaram um barco (por meros US$1) até à ilha de Colón, e de lá andaram um bom trecho até chegarem a uma praça, onde pegaram uma van (US$5 por pessoa/ida e volta) até Bocas del Drago.

Na praça havia um restaurante dentro de um ônibus todo pintado, muito interessante:

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Bocas del Drago impressionou por sua beleza, principalmente pela cristalinidade da água da praia. A água é quente igual a de chuveiro, em alguns lugares é um pouco mais fria, mas não chega a ser gelada. A água transparente era propícia para o mergulho, mas não haviam nada muito além de algumas algas e alguns coqueiros submersos.

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Destaque também para as enormes estrelas do mar (que ainda serão mostradas com maior intensidade mais para o final da viagem):

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Quem apareceu também foi esse cachorro aí embaixo, que corria nas águas em busca de um peixe para seu almoço (kkkk):

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O almoço (se é que podemos chamar de almoço, já que foi depois das 14h30) foi perto do local de chegada da van, no restaurante Yarinosri (foto aqui). Os pratos foram um macarrão com frango e molho de tomate e outro um prato típico, composto por feijão, peixe frito, salada e, é claro, banana frita, acompanhados de suco de maracujá e refrigerante de gengibre (foto abaixo). O custo da refeição? Meros US$25.

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Após o almoço foi possível deitar e relaxar em redes do restaurante colocadas próximos ao mar. O Júnior resolveu dar mais uma mergulhada e bateu de frente com um cardume de mais de 2 mil peixes, além de um peixe espada. Este registro foi apenas filmado, então sem fotos :)

Antes de regressar para o hotel, eles foram comprar o ticket (barco + travessia de van/micro ônibus, US$30 por pessoa) para a Costa Rica, onde chegarão a Puerto Viejo de Talamanco, uma colônia jamaicana em terras costa-riquenhas.

A despedida da primeira passagem pelo Panamá foi no restaurante La Buguita, na Ilha Colón. O x-burguer acompanhado de batata cozida saía por US$8 cada.

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Por hoje é só pessoal, ainda esta semana tem mais, contando um pouco mais da passagem pela Costa Rica!

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