Viagem Cancún (México) – Dia 3 – Hotel Riu Cancún

Boa noite pessoal,

Prosseguindo com os posts da viagem a Cancún, hoje trazemos um relato todo dedicado ao Hotel Riu Cancún, já que o terceiro dia da viagem (17 de abril) foi passado todo dentro do hotel, principalmente pelo fato de ser um resort all-inclusive e já estar nos planos aproveitar ao máximo todas as instalações, refeições e demais regalias do estabelecimento. O dia foi também usado para alugar um carro e planejar os passeios que seriam feitos nos dias posteriores. Para abrir o post fiquem com uma foto de uma vista geral do Hotel:

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Conforme já falado um pouco no primeiro post, o quarto em que ficaram hospedados era bem espaçoso, composto por uma cama de casal muito grande, um banheiro com uma banheira antiga, uma sacada com uma vista espetacular, além do frigobar abarrotado de cerveja (da mexicana Dos Equis, ou simplesmente XX). Além da cerveja, eles também tinham disponível tequila (José Cuervo!) e vodka no quarto, tudo liberado. O quarto ainda possuía uma TV de 32” com TV a cabo e cofre para bens pessoais.

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Um detalhe interessante: pelo fato de estarem hospedados no oitavo andar, é claro que eles precisavam de elevador diariamente. O hotel possui quatro elevadores no total, e todos eles são panorâmicos. Pelo fato de terem uma velocidade não das mais rápidas, em alguns momentos acumulava bastante gente para subir, mas nada que fugisse de controle. A vista era bastante bonita:

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Todo dia era iniciado com um estupendo café da manhã, que começa a ser servido às 07h e termina às 10h30. A quantidade de opções é impressionante, bem como a variedade: frituras, pães, frutas, salgados, doces, ovos, diversos tipos de sucos naturais, café, iogurtes, etc. Não há muita variação entre um dia e outro, mas com tantas opções fica até difícil conseguir comer um pouco de tudo em vários dias de hospedagem:

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Enquanto faziam a digestão, eles aproveitaram para planejar os próximos dias. No próprio hotel existem alguns guias que oferecem os passeios turísticos, divulgando também preços e horários. Após uma boa análise (os preços das entradas dos passeios já haviam sido pesquisados ainda no Brasil) para verificar o custo/benefício do aluguel de carro ou da compra do passeio fechado, chegaram a conclusão que valeria mais a pena o aluguel de carro. Apesar de ser possível alugar carro ali mesmo no hotel, não vale a pena, pois logo ao lado do hotel há uma agência da Hertz, empresa mundialmente conhecida, e que oferece carros melhores e mais baratos (#ficaadica).

O aluguel do carro Dodge Avenger (automático), que nas palavras do Victor era “confortável, grande e espaçoso”, custou 1.900 pesos mexicanos (aproximadamente R$342) para duas diárias. Além do aluguel do carro, aproveitaram para já fechar uma mesa (valores serão passados no post do dia) no Coco Bongo para o sábado a noite, que juntamente com a sexta, são os dois melhores dias para ir lá. Os demais passeios, como a ida a Chichén Itzá (templo Maya e uma das 7 maravilhas do Mundo Moderno) e a idas ao Parque Xel-Há e à cidade de Tulum, não necessitavam de nenhuma reserva especial, pois iriam fazer por conta. Fiquem com algumas fotos do carro:

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Após um breve descanso pós café da manhã, os trabalhos começaram na praia (que fica na frente do hotel) com um belo banho de mar. Como já dito no primeiro post, a temperatura da água é muito boa, não é gelada quanto às águas dos mares do Sul do Brasil. A cor da água é incrível, e sua cristalinidade impressiona. Detalhe também para o flagra de um pelicano sobrevoando o mar em busca de comida.

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Depois do banho de mar, a opção foi pela piscina que fica bem na beira do mar. Ela é grande e propícia para tirar ótimas fotos, onde dependendo do ângulo da foto, dá uma ilusão que a piscina e o mar são “ligadas”. O único ponto negativo é que nesta piscina não há bar molhado, ou seja, era necessário sair da piscina para pegar alguma bebida, o que acaba afastando bastante as pessoas, que vão mais ali apenas para tirar algumas fotos.

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A segunda parada foi na piscina mais concorrida do hotel, e adivinhem o motivo? É a piscina que tem o bar molhado, além de mesinhas nos cantos para o pessoal se acomodar e ter onde apoiar suas bebidas. As opções de bebidas/drinks são infinitas, bem como a cor e o teor alcoólico dos mesmos. E com tanta bebida disponível, é nesta piscina que se encontra de tudo: pessoas dormindo nas cadeiras na beira da piscina embaixo de um sol de 35ºC literalmente “torrando” no sol e outras falando muito mais alto do que o normal, claramente afetados pelo grau alcoólico no corpo.
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Anexo à esta piscina do bar, há também uma pequena piscina de hidromassagem, que também é bem concorrida, principalmente para relaxar o corpo.
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Entre as piscinas à beira do mar e a piscina do bar molhado, havia uma piscina mais propícia para a prática de esportes, pois havia uma rede de vôlei nela, além de traves e outros acessórios. Como o interesse da viagem passava longe das práticas desportivas, esta piscina não foi sequer usada durante a viagem. Além de todas estas piscinas, ainda havia uma outra disponível, que fica mais isolada do agito do hotel e é recomendada para quem quer mais sossego. Neste meio tempo (das trocas de piscinas), rolou o almoço do dia, porém com alguns drinks na cabeça, ficaremos devendo qual foi o cardápio.
Perto das 15h inicia-se um buffet de hambúrguer na beira das piscinas. O buffet se estende por cerca de uma hora e meia e é bastante concorrido, pois é bastante saboroso.
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No final da tarde, no início da noite, havia também uma declaração de amor escrita na praia feita por alguns brasileiros (pois estava em português):
Conforme também já comentado no primeiro post, a janta do hotel era um capítulo a parte a cada noite, principalmente pelo fato de possuir um tema a cada noite: mexicano, asiático, italiano, etc. O restaurante principal (dos temas) fica aberto a partir das 19h e só fecha meia-noite. Além dele ainda existem outros três restaurantes (pequenos) com cardápio definido, onde para jantar é necessário efetuar a reserva na recepção o quanto antes (a concorrência é grande), inclusive marcando o horário da janta.
Nesta noite a opção foi mesmo pelo restaurante principal, onde o tema da noite era mexicano. A comidade era excelente, e pelo fato da maioria dos hóspedes do hotel não ser mexicano, a quantidade de pimenta nas comidas é “maneirada”. Uma ou outra comida tem aquele tempero de pimenta que te faz chorar: neste primeiro dia o primo do Victor e a Giuliana comeram algo bastante apimentado e precisaram de um tempinho (e bastante líquido) para se recuperarem.
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Logo depois da janta, eles foram para um auditório que seria palco de um show com danças típicas mexicanas. O local é bastante bonito e possui diversos garçons que servem bebidas do seu gosto. O show foi bastante divertido:
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Depois do show (já depois das 01h), eles foram dormir, pois no outro dia iriam acordar cedo para ir a Chichén Itzá, tema de nosso próximo post. Não percam!

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