Viagem Cancún (México) – Dia 5 – Parque Xel-Há e Tulum

O quinto dia da viagem a Cancún se iniciou novamente bem cedinho, pois o dia reservava passeios ao Parque Xel-Há e à cidade maia de Tulum. Antes de saírem do hotel, mais uma vez reservaram a janta, desta vez no restaurante do hotel denominado Corazón, onde há um “rodízio” de carne (maiores detalhes no final do post).

Em Cancún, existem três parques famosos: Xcaret, Xplor e Xel-Há. O mais conhecido pelos turistas é o Xcaret, que também é o mais próximo da cidade. O parque Xplor também é próximo, e possui atividades mais diferentes, radicais. Já o parque Xel-Há é muito parecido com o Xcaret, só que um pouco mais longe. Como a idéia era visitar também Tulum (que fica a apenas 10 km do parque e a 130km do hotel), a escolha foi pelo Xel-Há.

Novamente o Victor foi o motorista da rodada, e como o parque fica para o outro lado da cidade, não foi necessária passar pelo centro de Cancún. O caminho passava pela Zona Hoteleira de Cancún, onde é incrível a quantidade e a beleza dos hotéis situados por ali. Após passarem pelos hotéis, bastava pegar uma rodovia que leva aos parques, que é muito bem sinalizada com placas enormes, ou seja, não há como se perder. Detalhe: o caminho até o parque não possuía pedágios.

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A distância de 120km entre o hotel e o parque foi cumprida em torno de 1h20min, de forma bem tranquila. Para chegar a Xel-Há, passa-se pelos outros dois parques. A entrada no parque custava 988 pesos mexicanos/pessoa (cerca de R$175), e por terem alugado o carro na Hertz acabaram ganhando um desconto de cerca de 10% (ficando em R$159). A princípio o preço parece caro, porém nele está incluso tudo o que o parque oferece (com exceção do nado com golfinhos). Existem alguns restaurantes no parque com lanches, sorvetes, etc, e você pode comer a hora que quiser. Além disso, todas as bebidas (chopp, refrigerante, água, tequila, etc), também estão inclusas, além também da utilização dos guarda-volumes do parque.

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Dentro do parque há diversas placas indicativas, que sinalizam muito bem e ajudam os turistas a se acharem muito facilmente, principalmente nos pontos onde há um mapa gigantesco que mostra todos os pontos do parque e indica em que local você se encontra. Ao andar pelo parque não se assuste caso tope com alguns animais, pois o parque fica no meio da natureza, à beira do mar, e é comum algum animal cruzar o seu caminho.

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Conforme já comentado, o parque fica situado na beira do mar, conforme podemos ver nas fotos abaixo. Há uma ponte para atravessar de um lado a outro do parque, e ela vai de um lado para o outro de acordo com o impacto das ondas que batem nela.

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A primeira atividade do dia foi o mergulho com snorkel. Com máscara, colete salva-vidas e pé de pato em mãos, eles foram dar um mergulho para ver os peixes. Embora seja necessário pagar 300 pesos mexicanos para pegar os equipamentos no momento do “aluguel”, este dinheiro é devolvido assim que você devolve os equipamentos. Para quem não gosta do snorkel para ver os peixes, há um barco com fundo de vidro que fica parado e permite que as pessoas vejam o fundo sem precisar mergulhar.

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A segunda atividade foi a ida a um dos cenotes do parque, que nada mais é do que uma caverna que tem uma lagoa dentro. Existem vários cenotes nesta região do México, na própria ida a Chichén Itzá e na ida a Tulum, existiam placas indicativas indicando a presença de mais um cenote. O do parque era muito bonito, conforme pode se notar nas fotos abaixo:

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Conforme dito no começo do post, a única atividade que não estava inclusa no preço do ingresso era o mergulho com os golfinhos. Por 1075 pesos mexicanos (cerca de R$190), você “fica” com o golfinho por 30 minutos: o golfinho te beija, dança com você, fica nos teus braços com a boca aberta aguardando  um carinho … e no final há algumas atividades em grupo, onde o golfinho fica circulando entre as pessoas, joga água, dança junto com o pessoal e por fim, o grand finale: o salto dos golfinhos por cima de todos. Há também disponível uma opção mais cara onde você chega a subir e nadar com o golfinho. O registro da atividade está ilustrado nas fotos abaixo:

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Após nadarem com os golfinhos, hora de ir almoçar. E a escolha foi por um dos restaurantes do parque, onde havia um buffet de razoável tamanho com muitas opções, sempre com alguns pratos típicos mexicanos e alguns pratos mais tradicionais. Ao lado do restaurante há um redário onde é possível descansar após o almoço, mas a escolha foi continuar andando pelo parque e aproveitar para fazer a digestão.

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No final do parque se encontra o Boiacross, onde se desce até metade do rio montado em uma bóia. O passeio é bem legal e bastante calmo (nada muito radical), e o momento de maior dificuldade é num ponto há um monte de galhos e é necessário remar e cuidar para não ficar preso nos galhos, visto que não há muita correnteza para empurrar a bóia. Após esta parte, chega-se a um lugar mais aberto, onde passam por debaixo de uma ponte.

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Depois do Boiacross, uma ida à tirolesa. O Victor não é muito fã, mas a esposa e o primo foram duas vezes:

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A última atividade no parque foi mesmo a tirolesa, e após andarem até à entrada do parque, tomaram mais um sorvete e tomaram algumas bebidas, antes de saírem do parque rumo a Tulum. A motorista da rodada do parque até Tulum foi a Giuliana, e a viagem foi bem tranquila. A chegada em Tulum foi por volta das 18h, e ao chegarem lá acabaram tendo uma surpresa nem um pouco agradável, pois o último horário de visitação era às 17h. Após argumentarem bastante com o guardinha da entrada, ele disse que infelizmente não tinha como fazer nada (havia um policial por ali perto), e a frustração foi grande, pois tiveram que olhar do portão fechado lá para dentro tentando tirar alguma foto.

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Passados alguns minutos e já conformados, de repente uma pontinha de esperança: o guarda veio até eles e disse para aguardarem um pouco que ele daria um jeito. Pediu para eles andarem para longe e voltarem em meia hora ali. Apesar de não entenderem muito bem, seguiram as ordens do guardinha, e ao voltarem para a entrada o mesmo disse que os deixaria entrar, mas teriam que pagar o preço da entrada diretamente para ele: 400 pesos mexicanos para os quatro. Após uma breve negociação, fecharam em apensa 250 pesos mexicanos (cerca de R$44) e o que era frustração virou euforia: entraram em Tulum sozinhos, uma verdadeira visita “particular”.

A cidade de Tulum possui uma paisagem paradisíaca, é incrível ver as ruínas das construções mais e ao fundo o mar do Caribe. A importância desta cidade para os mais era basicamente sua localização, o que era muito útil para o comércio, e atualmente é bastante conhecida e visitada principalmente pelo contraste das ruínas com o mar do Caribe. Conheça mais sobre a cidade aqui.

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Com um sorriso de orelha a orelha, saíram de Tulum para voltarem ao hotel. Desta vez o motorista da rodada foi o primo do Victor, e mais uma vez a viagem foi bem tranquila, pois até mesmo a noite é fácil se achar na entrada. Como o jantar estava marcado para as 21h e a tolerância com hora nestas jantas marcadas é bastante pequena, tiveram que correr para tomar banho e se arrumarem, mas no fim deu tudo certo.

O jantar com “rodízio” de carnes (cinco tipos) era apenas razoável, nada de muito diferente. Mas enfim, vale para conhecer:

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Não percam o próximo post, que comentará sobre a visita aos shoppings da cidade e a ida ao famoso e badalado Coco Bongo!

One thought on “Viagem Cancún (México) – Dia 5 – Parque Xel-Há e Tulum

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