Viagem Cancún (México) – Dia 7 – Passeio de barco

Boa noite pessoal,

O post de hoje abrange o último da viagem do Victor e da Giuliana e de seus primos a Cancún, e teve uma agenda mais ou menos “light”. Como a noite anterior tinha sido a noite do Coco Bongo, eles acordaram para o café da manhã perto das 10h, a tempo de pegarem o café do hotel. Inicialmente os planos para o domingo seria conhecer a Ilha de Cozumel, mas infelizmente ainda no sábado eles ficaram sabendo que fora de temporada não há barcos que vão para a ilha no domingo, então acabaram agendando um outro passeio, onde você mesmo dirige seu barco.

Antes do passeio do barco, que estava agendado para a tarde, hora de almoçar. Ainda com os estômagos meio embrulhados (efeitos das tequilas do Coco Bongo), o almoço foi no restaurante mais simples do hotel, onde comeram um hamburgão (que você mesmo monta) com coca e batata frita.

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Perto das 15h eles saíram do hotel rumo ao passeio, de ônibus circular mesmo, visto que a saída do barco acontecia numa baía ao lado da Zona Hoteleira de Cancún. O passeio custou salgados 1700 pesos mexicanos por casal (cerca de R$305). Além disso, ainda é necessário pagar uma taxa na marina de 170 pesos mexicanos (cerca de R$30) por casal. Na própria Marina há armários para deixar seus pertences, e após pegarem o colete salva-vidas, snorkel e pé de pato (pois mergulhariam em alto mar), aguardaram a chegada do grupo de turistas do horário anterior para poderem ir.

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Chegada a hora do passeio, cada casal pegou seu barco (também há a opção de ir apenas uma pessoa em cada barco). Após uma breve orientação dos guias, onde eles ensinam basicamente três comandos (ir na velocidade máxima, reduzir e parar), o passeio de fato começou na baía. Por ser uma baía, não há ondas e andar por ali é super tranquilo: em fila indiana, aproveitando a trilha deixada pelo barco da frente, o barco praticamente não balança. Abaixo dois vídeos do início do passeio e algumas fotos:

[youtube=http://youtu.be/SeSu7krHxzM]

[youtube=http://youtu.be/PtfHv58-MR8]

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O grande problema do passeio começa assim que os barcos saem da baía e entram de fato em alto mar. Com o mar bem mais mexido, o barca rampa ao encontrar as ondas e bate seco ao cair na água novamente, e como o parco é pequeno e muito duro, a viagem se torna extremamente desconfortável. Muitas vezes dá a impressão que o barco iria virar, nestes momentos eles diminuíam a velocidade com medo de ocorrer um acidente, e acabavam ficando longe dos guias. Os guias paravam o comboio e iam buscar os “atrasados”, e ainda chamavam a atenção pois não haviam dito para reduzir, e sim seguir em velocidade máxima. Inclusive explicaram que não havia necessidade de preocupação, pois indo a velocidade máxima o barco iria balançar menos e o barco de maneira alguma iria virar.

A principal conclusão a que se chegou foi que como haviam mais passeios programados (a cada duas horas saía um comboio), tinha que tocar em velocidade máxima mesmo, para dar tempo de ir e voltar em duas horas. Prosseguindo em velocidade máxima, o barco seguia voando e batendo na água, ou seja, a explicação do guia que indo rápido iria balançar menos, tornou-se uma mentira. Após alguns minutos de apreensão, finalmente chegaram ao ponto do mergulho, onde os barcos param um do lado do outro e são amarrados pelos guias. Devidamente “trajados”, o mergulho iniciou. Ainda com o efeito das tequilas do Coco Bongo no corpo e com o mar mexendo bastante (afinal estavam em alto mar), o Victor chegou a ficar meio enjoado. Mas o mergulho vale bastante a pena:

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O mergulho durou entre 30 e 40 minutos, e logo após iniciou-se a viagem de volta, com os dois bastante enjoados. E a volta foi a mesma história da ida: barco balançando e batendo seco no mar, e novamente eles ficaram para trás em algumas oportunidades. Como haviam dois guias no barco da frente, um deles resolveu pilotar o barco deles até chegarem à baía, onde devolveu o “volante” para o Victor.

Enfim, na opinião do Victor e da Giuliana este passeio não é muito recomendado, porém gosto é gosto, e tem gente que gosta. 

Após voltarem ao hotel de ônibus, foram comer alguma coisa num barzinho temático de esportes em geral, onde há várias camisas de times penduradas no teto e nas paredes (algumas autografadas), além de várias televisões, sendo que cada uma sintonizada num canal esportivo diferente. No bar há uma geladeira cheia de comida natural (saladas, sucos, etc …), e no meio há um bar que serve as bebidas.

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A última noite em solo mexicano se resumiu a uma volta a pé nas quadras próximas ao hotel, onde existem inúmeros bares e boates, uma do lado da outra (e onde está localizado também o Coco Bongo, o Hooters e o Hard Rock). Ali perto também há uma feira que vende de tudo, e eles aproveitaram para fazer as últimas comprinhas de lembranças da viagem (a última foto abaixo é da feira).

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Assim que terminaram de fazer as compras, voltaram ao hotel, jantaram e foram dormir, visto que o dia seguinte seria o dia da volta para o Brasil (com as mesmas escalas da ida).

E aqui finalizamos o relato de mais uma viagem no Alfa Dicas de Viagens. Esperamos que tenham gostado do relato e que o mesmo tenha sido de grande ajuda para você que está planejando uma viagem para Cancún. Ah, estivemos verificando os posts anteriores e em nenhum momento foi citado o preço do hotel ou das passagens, então aí vaí: o total por casal foi de de cerca de R$4.000 (passagens de ida e volta + estadia no hotel). A compra foi feita pelo site da Decolar.com, que muitas vezes oferece um combo (passagem + hotel) com um desconto bastante vantajoso, e foi justamente o caso aqui.

Gostaríamos de agradecer à paciência e disponibilidade do Victor e da Giuliana em se disporem a contarem nos mínimos detalhes a viagem deles e terminar esse post com a melhor notícia da viagem: para quem não sabe, foi em Cancún que foi “fabricada” a Heloísa, bebê que chegará para alegrar a vida dos dois :)

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