Viagem Rio de Janeiro – Dois dias na Cidade Maravilhosa

Olá pessoal,

Depois do post falando de nossa hospedagem no Rio de Janeiro, faremos um único post sobre nossas 48 horas em terras cariocas, contando um pouco mais do que visitamos e onde comemos.

PRIMEIRO DIA

Chegamos no Aeroporto RIOGaleão no sábado perto das 08h, e como não havíamos procurado nenhuma dica de como chegar ao nosso Hostel que ficava na frente do Maracanã, demos uma rápida olhada nas companhias de táxi ali presentes, que cobravam modestos R$86 para o trajeto. Um taxista abanou para nós de longe e resolvemos ir com ele, pensando que ele faria um preço diferente do tabelado. Assim que entramos no táxi perguntamos quanto que sairia o trajeto até o Maracanã, e ele manteve os R$86 da tabela do aeroporto.

O trajeto não durou mais do que 20 minutos e com certeza não sairia por mais de R$40. Então a dica é: tente negociar com os taxistas do aeroporto e não faça como nós ;)

Chegamos ao Hostel Arena Maracanã ainda antes das 09h, e combinamos com os funcionários para deixar nossas mochilas lá enquanto não dava a hora do check-in. Após a “facada” do taxista, resolvemos ir até o Bondinho de transporte público. A cerca de 10 minutos de caminhada do Hostel ficava uma estação de metrô, onde pegamos o mesmo em direção a São Cristóvão. Paramos em Estácio para fazer a baldeação para a linha Botafogo. O preço do bilhete era R$3,50, porém acabamos descobrindo depois que há um bilhete único de R$5,00 que combina uma passagem de metrô com uma passagem de ônibus.

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Antes de embarcamos no ônibus em direção ao Bondinho, paramos no Le Depanneur para tomar um café da manhã reforçado (R$40 tudo, o que incluía frios, pães, frutas, iogurte e sucos).

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O ponto do ônibus onde a linha que leva para o Bondinho fica bem próximo ao metrô. A linha é a Cosme Velho, que para praticamente na frente do Bondinho. Como compramos os ingressos pela Internet (na hora de compra você precisa especificar o dia que vai, e você tem que ir obrigatoriamente neste dia), escapamos de duas grandes filas: uma para a compra de ingressos e outra na hora do embarque (era dado preferência para quem havia comprado pela Internet). O único ponto negativo é a taxa de 10% que você paga sobre o valor do ingresso, que é de R$62 por pessoa, porém com certeza economizamos cerca de uma hora pelo fato de já estarmos com o ingresso.

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O percurso entre a terra firme e a primeira parada não leva mais do que três minutos. Cerca de 60 a 70 pessoas vão por bondinho, e a dica é tentar pegar um lugar na “janela”, para tirar fotos como as abaixo:

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Na primeira parada (conhecida por Urca), há alguns restaurantes e lojas, mas o que mais vale a pena mesmo é o visual de lá:

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Para subir até o Pão de Açúcar é necessário pegar outro bondinho. Apesar da fila assustar um pouco, não levará mais do que trinta minutos para chegar a sua vez. Nesta última parada o local é menor do que a Urca, mas também há disponíveis por lá lojas e restaurantes.

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Depois das fotos descemos novamente para a Urca, onde paramos no Restaurante Abençoado para tomar uma Heineken long neck por caros R$8,50.

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Nossa permanência no Bondinho durou aproximadamente três horas, pois chegamos às 10h30 e fomos embora depois das 13h. Na saída ainda compramos um chapéu Panamá (claro que não era original) por R$20 de um tiozinho que estava vendendo.

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Antes de sairmos da região ainda demos uma breve passada na Praia Vermelha, que fica ao lado da entrada do Bondinho:

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Tínhamos a intenção de ir para Copabacana a tarde, e então caminhamos alguns metros rumo ao ponto de ônibus mais perto, onde pegamos o ônibus para chegar até lá. A própria cobradora avisa aos turistas o ponto mais próximo à Praia de Copacabana, e o trajeto do Bondinho até lá é bem rápido (cerca de 15 minutos).

Como já passava da hora do almoço, demos uma breve caminhada nos famosos calçadões de Copacabana e então paramos num dos inúmeros restaurantes à beira da praia para fazer a refeição. Pedimos uma porção de filé com fritas (R$50), além de alguns chopps (R$5 cada).

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Apesar do lugar ser bastante agradável e até ter um grupo de pagode tocando, o que mais incomoda são os vendedores ambulantes que passam literalmente dentro do restaurante oferecendo os mais variados produtos a cada cinco minutos, sobretudo amendoins.

Não sabendo de forma precisa a distância de onde estávamos até o Forte de Copabacana, resolvemos fazer o percurso andando. Porém para percorrer o trajeto levamos um bom tempo, o que nos deixou bastante cansados (ainda não havíamos comprado o passe da bicicleta do Itaú, da qual comentaremos mais a frente).

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Para entrar no forte você compra o bilhete logo na entrada no valor de R$6/pessoa. O Forte nada mais é do que um museu a céu aberto, e você poderá tirar belas fotos durante o percurso lá dentro.

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Saímos do forte quando já passava das 16h, e então andamos cerca de cinco quadras para chegar até a estação de metrô de General Osório, para então voltarmos para o nosso hostel. Como havíamos acordado cedo para pegar o avião em Curitiba rumo ao Rio de Janeiro, acabamos não fazendo nada a noite, aproveitando para descansar para o dia seguinte.

 

SEGUNDO DIA

Para o domingo tínhamos ingresso comprado para o Trem do Corcovado, que sobe até o Cristo Redentor. Este ingresso é um pouquinho mais restritivo do que o do Bondinho, pois na hora de comprar o ingresso você precisa, além da data, para qual horário deseja. O engraçado é que o preço do Trem é exatamente o mesmo do Bondinho, ou seja, R$62 por pessoa + 10% da taxa de conveniência.

Tomamos café cedo e novamente fomos para a estação de metrô, e desta vez paramos na estação Largo do Machado, de onde pegamos um ônibus que chega em dez minutos até a entrada do Cristo. Assim que chegamos lá escutamos a organização dizendo que só tinha vaga para o trem das 14h30 (o nosso era para as 09h40), ou seja, com certeza comprar pela Internet é uma ótima dica a ser seguida! Uma alternativa é você pagar R$30 e subir de van.

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A capacidade do trem é de aproximadamente 100 pessoas, e há bancos para dois ou três pessoas. A subida até o Cristo não tem muitos atrativos, pois a maioria do caminho é no meio de uma floresta.

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Do lugar que o trem para você precisa subir cerca de 100 degraus para chegar aos pés da estátua. Há a opção de pegar o elevador, porém a fila é razoavelmente grande. A parte boa da subida pelas escadas é que você pode ir parando pelo caminho e tirando excelentes fotos:

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Chegando ao Cristo começa uma pequena batalha para conseguir uma boa posição para tirar foto, seja com o Cristo ao fundo ou então da vista que se tem lá de cima. A quantidade de pessoas é enorme, e isso que ainda pegamos um horário mais cedo. Mas o tempo que se espera para tirar as fotos é esquecido depois de ver o resultado delas:

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Antes de ir embora ainda paramos para tomar uma lata de Budweiser (R$6) no restaurante que fica logo abaixo do Cristo. Aproveitamos para tirar algumas fotos do cardápio, apesar do preço ser um pouco caro, não chega a doer tanto o bolso quanto os valores cobrados lá no Bondinho.

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Saindo do Cristo queríamos ir até Ipanema, e então fomos para o ponto de ônibus, porém o sol estava muito forte e fomos perguntar para um taxista quanto que sairia a corrida até lá. Ele comentou entre R$20 e R$25, e como já gastaríamos R$7 nas passagens do ônibus, resolvemos ir de táxi mesmo. Porém pela segunda vez fomos “enganados” e a corrida saiu por R$35.

Almoçamos no Outback de um shopping e então fomos atrás de uma das estações de bicicleta do Itaú. Para quem ainda não conhece o serviço, procure conhecer! Basta você se cadastrar no site e então efetuar a compra do que desejar: você pode pagar a diária (que custa R$5) ou até um passe mensal (por apenas R$10). Todo o sistema funciona pelo celular, onde você desbloqueia a bicicleta da estação em que está. Você pode utilizar a bicicleta por até uma hora, e então aguardar cinco minutos para retirar outra em qualquer outra estação. Como  existem diversas estações espalhadas pela cidade, você consegue andar o dia inteiro sem se preocupar em gastar com qualquer outro tipo de transporte, além de contribuir para o meio ambiente.

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Andamos cerca de duas horas de bicicleta pelo Leblon, Ipanema e Copabacana e então voltamos para o nosso hostel.

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Sobre o show não temos muito o que falar, apenas estando lá para sentir a emoção de ir num show dessa magnitude, sobretudo no lendário Maracanã!

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Na segunda-feira demos uma rápida passada em frente ao Maracanã para mais algumas fotos e então partimos rumo ao Aeroporto Santos Dumont (R$25 o táxi do hostel até lá).

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Existem alguns prédios históricos próximos ao aeroporto e tínhamos a intenção de visitá-los, porém ao despachar nossas malas a informante da companhia aérea nos deslocou para um voo mais próximo e então tivemos que nos despedir da Cidade Maravilhosa com essa vista estonteante:

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