Belgrado (Sérvia) – A apaixonante capital sérvia

E chegamos ao terceiro país de nossa viagem ao Leste Europeu: a Sérvia. Infelizmente passamos menos de 48 horas na apaixonante capital Belgrado, onde você consegue visitar os principais pontos turísticos a pé (claro que dependerá de onde ficar hospedado, mas 90% das opções são bem localizadas).

Na chegada ao aeroporto achamos o tratamento dos policiais meio rude, principalmente uma mulher que perguntava de forma grosseira quantos dias você ficaria por lá e por qual motivo. Porém não tivemos problemas e após responder as perguntas fomos liberados para o desembarque e posterior carimbo do passaporte (que ocorreu normalmente).

Como nosso apartamento ficava próximo da Slavija Square, a melhor e mais barata opção para chegar até lá é pegar o micro-ônibus da linha A1, que faz o trajeto de cerca de 20 quilômetros em 40 minutos. A passagem custa 300 dinars (cerca de R$10) e é paga ao motorista, que recolhe o dinheiro e dá uma espécie de ticket para você. Há também no próprio ônibus uma espécie de bagageiro, e caso você queira ficar com a bagagem não conseguirá, pois o motorista lhe forçará a deixar as bagagens maiores no bagageiro.

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Chegamos ao nosso apartamento próximo das 15h, deixamos as malas e saímos para almoçar num McDonald’s ali perto mesmo.

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Aproveitamos a proximidade (cerca de 500 metros apenas) e já visitamos a maior igreja ortodoxa do mundo: o Templo de Saint Sava. A igreja fica numa pequena praça/parque, e o tamanho da construção impressiona. Ao lado há uma pequena capela do mesmo estilo:

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Ao lado está a Biblioteca Nacional de Belgrado, uma construção não tão bonita assim, mas também impactante:

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Saindo da área da igreja, caminhamos mais um quilômetro para chegar em mais uma atração muito visitada na cidade: o Museu Nikola Tesla. O ingresso custa 500 dinars (cerca de R$17) e há desconto para estudantes (300 dinars, ou R$10). O museu em si não é dos maiores, e a parte mais interessante é assistir e escutar toda a história contada através de vídeo e explicações de um funcionário do local desse estupendo inventor conhecido por ser o homem “que espalhou luz sobre a face da terra”. A parte mais interessante da visita é quando alguns visitantes ganham uma lâmpada e a mesma é acesa como um sabre de luz.

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Antes de voltar para o apartamento demos uma abastecida na geladeira do hotel. Não encontramos grandes mercados por lá, a maioria são pequenos mercados com dois ou três atendentes de caixa. Curioso mesmo são as cervejas vendidas em garrafas de 2 litros.

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Ainda cansados da viagem e sem luz do sol, demos uma descansada no apartamento e mais tarde saímos para comprar algum lanche ali perto. Perto da praça Slavija há diversas opções, e optamos por parar numa pequena lanchonete onde pedimos o Pljeskavica, um lanche com um enorme pedaço de carne (com certeza tem mais de 500 gramas) acompanhado de salada e alguns molhos, por apenas 270 dinars (R$9).

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No dia seguinte, que seria nosso único dia completo na cidade, acordamos cedo e não era nem 07h30 e já estávamos fora do apartamento, pois pretendíamos aproveitar o máximo possível a cidade. Durante o dia andamos praticamente 15 quilômetros, conforme mapa abaixo (você pode visualizar nosso caminho também através deste link):

Beograd

Nosso roteiro de forma cronológica foi o seguinte:

  1. Igreja de St. Mark’s
  2. Assembléia Nacional
  3. Old Palace
  4. Hotel Moskva
  5. Museu e Teatro Nacional
  6. Parque Kalemegdan
  7. Shopping Center Usce
  8. Palácio da Sérvia

A cidade em si é muito bem sinalizada, e praticamente a cada duas ou três esquinas você encontrará placas como as abaixo, indicando o caminho dos principais pontos turísticos:

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A Igreja de St. Mark’s, primeiro ponto visitado, é mais uma igreja ortodoxa da cidade e foi construída entre as duas grandes guerras mundiais, entre os anos de 1931 e 1940. Também impressiona por sua beleza e pelo belo parque Tâsmajdan em seu entorno:

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A próxima parada foi na Assembléia Nacional da Sérvia, a sede do poder legislativo do país:

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Mais alguns passos e você chega ao Old Palace, prédio construído entre os anos de 1882 e 1884 e que foi residência da família Obrenovic. Ao lado e atrás do edifício há uma espécie de praça com jardins muito bem cuidados. É possível visitar o interior do mesmo, porém optamos por seguir viagem.

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Na mesma rua, um pouco mais para a frente, um ponto turístico no mínimo curioso: o Hotel Moscou, inaugurado pelo Rei Petar I Karadjordjevic em 1908 e hoje em dia um dos hotéis mais luxuosos da cidade, com diárias a partir de 85 euros por casal.

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Seguindo na mesma direção (rumo ao Parque Kalemegdan), você passará por uma pequena praça onde estão localizados o Museu Nacional e o Teatro Nacional:

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Daqui para a frente você pegará uma rua bem larga onde não passam carros, somente pedestres. Nesta mesma rua é onde está a maior concentração de loja de souvenirs:

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O sexto destino do dia era o Parque Kalemegdan, um extenso parque (o maior de Belgrado) que fica numa pequena colina de 125 metros de altura, nas junções de dois dos mais importantes rios da Europa: o Rio Sava e o Danúbio. Seu nome é a junção de duas palavras turcas: Kale (que significa fortaleza) e “megdan” (que significa campo de batalha).

Em anexo ao Parque fica a Fortaleza de Belgrado, que expõe alguns tanques e outros artefatos usados em guerras passadas. É aqui que a cidade pulsa, principalmente nos finais de semana, quando ele fica lotado com os locais que se juntam aos turistas que passam por lá. A visita ao parque é totalmente gratuita, porém há alguns pontos onde você paga para ir. Não anotamos todas as atividades possíveis (mas há até um pequeno zoológico lá dentro), a única que fizemos foi subir na Clock Tower por apenas R$3. Há também restaurantes por lá obviamente com preços um pouco salgados: para se ter uma noção pagamos 240 dinars (R$8) numa cerveja de 250ml.

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Ficamos no parque cerca de 1h30, já passava da hora do almoço e então deixamos um pouco de lado a parte histórica da cidade e rumamos ao maior shopping de lá: o Usce Shopping Center, que fica localizado do outro lado do Rio Sava. Para atravessar o rio você precisa subir e ir por uma das pontes disponíveis: o trajeto é longo e pode ser um pouco cansativo.

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Algumas lojas do shopping tinham preços muito bons: a prima da Aline por exemplo pagou cerca de R$30 em um vestido e a Aline pagou o mesmo valor numa blusa. Mas em geral a Sérvia não é um país para se fazer compras.

Nosso principal objetivo por lá era almoçar, e como não queríamos comer lanche novamente optamos por um restaurante que se assemelhava com um buffet a quilo, com uma pequena diferença: não era você que se servia: este serviço era da atendente, e cada porção de comida tinha um preço fixo. Nas fotos abaixo tudo o que pedimos, com os seguintes preços:

  • Macarrão: 170 dinars (R$6)
  • Enroladinho de frango e bacon: 300 dinars (R$10)
  • Lasanha de carne: 380 dinars (R$13)
  • Enroladinho de salsicha: 200 dinars (R$7)
  • Batata frita: 120 dinars (R$4)

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Perto do shopping, paramos no último ponto visitado do dia: o Palácio da Sérvia, construído entre os anos de 1947 e 1959 e usado atualmente pelo governo da Sérvia e atualmente casa de vários cargos relacionados a Ministérios do país. Na frente há um pequeno espetáculo de águas dançantes:

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Já exaustos pela caminhada, de lá voltamos para o nosso apartamento, passando novamente por aquela rua que só passam pedestres. Meio vazia pela manhã, a partir das 16h ela ganha vida e há de tudo, desde jovens dançando hip hop até pessoas fazendo embaixadinha com uma bola de futebol.

Depois que escureceu, ainda fomos dar uma volta para tirar algumas fotos, e o destaque novamente ficou por conta do Templo de Saint Sava:

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Curtimos muito a cidade, e com certeza não seria desperdício algum passar pelo menos mais uns dois dias por lá, pois fora o que visitamos, há alguns outros pontos mais distantes e que valem a pena serem visitados. Ficamos sobretudo impressionados com o ar limpo da cidade, impulsionado pela quantidade de parques espalhados a cada duas ou três quadras. E a quantidade de cachorros passeando nos parques é muito grande, registramos isso nas fotos abaixo:

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Para finalizar fiquem com mais algumas fotos diversas que tiramos por lá:

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