Santiago (Chile) – 1 dia e meio na capital chilena

Olá pessoal,

Dando início aos posts que falarão um pouco mais de cada cidade que visitamos em nossa última viagem, falaremos hoje um pouco mais da capital chilena. Com mais de cinco milhões de habitantes, Santiago se destaca principalmente pela enorme quantidade de parques e praças, o que acaba transformando uma metrópole num ótimo local para morar e principalmente visitar.

Originalmente teríamos dois dias completos e uma tarde para desfrutar da cidade, mas a querida LATAM nos avisou com pouco menos de 24 horas de antecedência que nosso voo de ida para Santiago tinha sido simplesmente cancelado, o que nos obrigou a atrasar a viagem em um dia, diminuindo consideravelmente nossa estadia na cidade.

Com este dia perdido, nossa passagem no começo da viagem por Santiago foi apenas para dormir, pois chegamos no nosso apartamento perto das 20h e nosso voo para Puerto Montt partiria no dia seguinte perto das 10 da manhã. Sendo assim, pudemos aproveitar a cidade somente nos últimos dias em terras chilenas, o que foi resumido a uma sexta-feira a tarde e um domingo completo, pois o sábado foi expendido em Valparaíso e Viña del Mar.

Aproveitamos a tarde de sexta para visitar o Parque Bicentenário, um parque com pouco tempo de vida (foi inaugurado em 2007), porém com uma vasta extensão: são mais de 30 hectares espalhados no bairro Vitacura, praticamente ao lado da Costanera Center, o maior prédio de Santiago.

O parque atende todos os gostos: pais que querem brincar com seus filhos, esportistas (sejam corredores, ciclistas, etc), pessoas que querem passear com seus animais de estimação ou então aquele povo que vai apenas curtir a bela vista que se tem nos inúmeros banquinhos espalhados pelo parque.

O espaço para caminhar é amplo, e muitas vezes decorado com muitas flores, sobretudo rosas, como vocês poderão ver nas fotos abaixo:

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Existem algumas áreas com diversos brinquedos para divertir a criançada, alguns padrões como escorregadores e balanços, e outros educativos muito interessantes:

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Há também algumas esculturas/monumentos espalhados pelo parque:

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Nas duas extremidades do parque existem lagos, e na extremidade que fomos haviam flamingos e gansos espalhados pela água, e do lado haviam algumas máquinas onde você comprava uma “porção” de comida por apenas 100 pesos chilenos (cerca de R$0,50):

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Com um gramado gigante quem também faz a festa são os cachorros:

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Ficamos praticamente duas horas por lá e não conhecemos nem metade do parque, ou seja, o parque é realmente gigante e vale muito a pena visitá-lo, sobretudo com crianças! Para finalizar confiram mais algumas fotos que tiramos por lá:

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Já o nosso dia inteiro foi dedicado para visitar os principais pontos da área central de Santiago. Como fazia muito calor e saímos de casa somente depois das 10h, nosso passeio durou aproximadamente cinco horas, pois a temperatura estava muito alta e precisávamos cuidar do sol, sobretudo com relação ao Bernardo.

A localização do nosso apartamento ajudou bastante este dia, pois ficava a menos de 1 quilômetro do Cerro Santa Lucia, o primeiro ponto turístico que visitamos no dia. Na entrada do Cerro há uma espécie de fiscal que irá solicitar pelo menos um nome de sua turma que será anotado numa espécie de livro de assinaturas.

A subida até o ponto final do Cerro é um pouco puxada, mas nada que não possa ser feita com calma. O último lance de escadas, que dá acesso ao mirante lá de cima, é bastante irregular e um pouco estreito, mas no final a vista lá de cima compensa tudo. No segundo nível do cerro há uma barraquinha que comercializa bebidas e alimentos em geral.

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Bem pertinho do Cerro fica localizada a Biblioteca Nacional do Chile, mais um dos pontos turísticos da região central de Santiago:

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Andando mais alguns metros chegamos em frente à Basílica de La Merced, igreja construída entre os anos de 1735 e 1760.

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Seguimos “subindo” no mapa até chegar ao Parque Florestal, parque inaugurado há mais de 100 anos (em 1905) e sem maiores atrativos, basicamente é um espaço grande com muito gramado, árvores e bancos para sentar e relaxar.

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Situado dentro do parque está o Museu Nacional Bellas Artes, uma das mais importantes instituições culturais do Chile e um dos mais antigos museus de arte da América Latina, inaugurado em 1880.

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Demos uma rápida passada no Mercado Central de Santiago, mas já havíamos almoçado e lá 95% dos estabelecimentos são restaurantes, ou seja, foi mais para conhecer o local e concluir que não há nada de muito interessante por lá além da comida.

De lá rumamos aos últimos pontos turísticos, passando primeiramente pela imponente Plaza de las Armas, praça fundada em 1541 e rodeada por alguns prédios históricos como a Catedral de Santiago e o prédio dos Correios. O que nos deixou um pouco inseguros foram as movimentações estranhas de algumas pessoas na praça, que pareciam que a qualquer momento te cercariam e levariam algum pertence, por este motivo acabamos ficando pouco tempo por lá. Ao redor da praça há vários comerciantes ambulantes, mas não achamos nenhum que vendesse lembrancinhas da cidade.

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Fechamos nosso passeio no Palacio de la Moneda, a sede da Presidência do Chile e construído no final do século XVII e início do século XVIII.

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De “costas” ao Palacio fica o Centro Cultural Parque Moneda, também uma bela construção:

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Existem inúmeras outras atividades para serem feitas em Santiago, mas acreditamos que para o período em que ficamos é indispensável um passeio pelo centro, como fizemos no nosso dia “cheio”, pois você acaba passando por vários pontos turísticos no mesmo dia e conhece principalmente a parte histórica da cidade. Com certeza Santiago merece pelo menos uns dois dias completos expendidos por lá, pois alguns lugares para visitar ficam um pouco afastados da área central, sobretudo os parques da cidade, os quais nos apaixonamos.

Para fechar o post fiquem com mais algumas fotos tiradas por lá:

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