Enjoy Gran Hotel – Pucón (Chile)

Olá pessoal,

Como vocês acompanharam no último post, tivemos que sair da nossa hospedagem inicial de Pucón por conta da superpopulação de aranhas do local. Mais detalhes você pode conferir aqui.

Depois de cancelarmos a última diária, pegamos o carro e fomos ao centro, em uma lanchonete onde havíamos comido empanadas para utilizar a Wi-Fi e encontrar um outro hotel. Acabamos reservando umas cabanas ali no centro mesmo, e chegando lá perguntamos da questão de aranhas: a moça novamente explicou sobre a quantidade de chuvas e que não poderia garantir a inexistência dos aracnídeos por lá.

Sendo assim, tivemos que apelar para um dos hotéis mais tradicionais e caros de lá: o Enjoy Gran Hotel, localizado a beira do Lago Villarica. Pagamos pela única diária a bagatela de US$109 (R$355 na cotação da época). O quarto era composto de duas peças: o banheiro com as tradicionais banheiras e cortina de box, e o cômodo onde ficava a cama de casal e a cama de solteiro, além de um armário e um frigobar (com cadeado!).

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Uma vantagem importante do hotel é que você ganha acesso livre ao cassino que fica do outro lado da rua. Se não me engano, só a entrada custava algo em torno de US$5. Além disso, ao contrário das cabanas, havia Wi-Fi gratuito e café da manhã (muito bom por sinal) também incluso no preço da diária.

Como vocês já acompanham, dificilmente falamos mal de um hotel por aqui. Acho que o único criticado foi o hotel da nossa lua de mel em Porto de Galinhas. Mas por mais incrível que isto possa parecer, não recomendamos de forma alguma este hotel, principalmente pelo fato de que foi a ÚNICA NOITE da nossa viagem de 20 dias onde o Bernardo não dormiu nada bem a noite.

O motivo dele não ter dormido é no mínimo um amadorismo do hotel. Não sei se a culpa foi da recepcionista ou da camareira, mas o fato é que havia um cadeado no frigobar do quarto, e assim que fizemos o check-in (em torno das 15h30), fui até a recepção e solicitei que destrancassem para que armazenássemos as comidas do Bernardo que necessitavam refrigeração. Ela anotou a requisição e falou que em breve uma camareira já iria destrancar o frigobar.

Passado mais de hora, fui novamente lá embaixo reclamar sobre a demora, ela retificou que iria avisar novamente as camareiras e enquanto eu me dirigia ao corredor, ela me chamou alegando que era necessário eu deixar os dados do meu cartão de crédito meio que como forma de “cheque caução” da abertura do frigobar, e este era o motivo pela demora (como se não existisse telefone no quarto para avisar). Passado os dados, voltei ao quarto, passou mais de uma hora e nada da camareira aparecer. Neste meio tempo o Bernardo pegou no sono.

Fui em algum lugar (creio que comprar algo para comermos a noite), e ao voltar para o quarto (isso já era quase 19h) encontro o Bernardo acordado e ligeiramente irritado. Como a Aline havia ficado no quarto com ele, perguntei o que tinha acontecido, e de forma bem resumida foi o seguinte: a camareira entrou no quarto fazendo o mínimo esforço para não fazer barulho e obviamente conseguiu acordar o Bernardo de seu sono.

E depois dessa presepada, sobrou para nós, que também não dormimos nada bem devido ao fato do nosso filho ter ficado extremamente inquieto durante toda a noite. Sendo assim não recomendamos o hotel Enjoy Gran Hotel de forma alguma, pois eles conseguiram fazer o que nenhuma outra hospedagem havia conseguido: fazer o Bernardo não ter uma boa noite de sono.

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