Jeffrey’s Bay, Tsitsikamma National Park e Port Elizabeth (África do Sul)

Olá pessoal,

Hoje falaremos um pouco mais sobre nossa estadia de dois dias em Port Elizabeth, onde basicamente tivemos apenas um dia cheio para aproveitar a cidade, pois no caminho para lá, além de paramos no bungee jumping, também fizemos uma parada no Tsitsikamma National Park e na cidade de Jeffrey’s Bay.

Tsitsikamma National Park

Localizado na Garden Route, o parque abrange 80 quilômetros da costa do Oceano Índico e é um dos mais bem equipados da África do Sul, com restaurantes, lojas, banheiros e trilhas muito bem sinalizadas. A palavra Tsitsikamma vem da língua local Khoekhoe, e significa água limpa.

É possível se hospedar dentro do parque, seja com seu trailer ou então em pousadas/hotéis disponíveis. Porém nossa visita durou cerca de 3 horas: almoçamos no principal restaurante de lá e depois fizemos parte de uma trilha.

O preço da entrada é um pouco salgado: são 248 rands por adulto (R$80), e 124 rands para crianças (R$40).

Entrada Tsitsikamma National Park

Após passar pelo portal da entrada, você pega uma pequena estrada para chegar até a área do restaurante, que também coincide com o início das trilhas.

Estrada Tsitsikamma National Park

No restaurante optamos por um lanche mesmo, para então iniciar a trilha. Interessante que ao lado do restaurante há uma pequena “praia” (detalhe: a areia é toda cheia de pequenas pedras, o que dificulta a pisada descalça), onde você poderá entreter seus filhos enquanto a comida não chega.

“Praia” ao lado do restaurante

Como pegamos o sol do início da tarde, optamos por fazer apenas a Lookout Trail, que leva até ao ponto mais famoso do parque: a Storm River Bridge, que é uma ponte suspensa que fica sobre o rio que deságua no Oceano Índico. Existem mais três trilhas caso você passe mais tempo lá: todas muito bem explicadas na Wikipedia do parque.

A trilha é muito bem sinalizada e de dificuldade média, porém caso você vá com filho pequeno que demande colo, a dificuldade rapidamente passa para difícil. E no nosso caso, onde o Bernardo estava quase dormindo, ficou um pouquinho mais complicada ainda, pois ele simplesmente largou o peso no nosso corpo na volta.

Porém todas as paisagens vistas durante a trilha certamente lhe farão esquecer qualquer dor no corpo: são simplesmente fantásticas. Melhor do que falar, é mostrar. Então fiquem com as imagens.

Na volta da trilha paramos numa pequena praia que fica logo no começo da trilha, para nos refrescarmos um pouco. E então seguimos viagem.

Jeffrey’s Bay

Ainda no caminho para Port Elizabeth, já tínhamos programado uma segunda parada estratégica: na cidade de Jeffrey’s, famosa por sediar por muitos anos uma etapa do campeonato mundial de surfe e também por seus outlets de marcas relacionadas ao esporte.

Já havíamos lido previamente que as lojas fechavam cedo (17h), algo surreal para nossos conceitos. Chegamos na avenida principal em torno das 16h15, e para nossa surpresa muitas lojas já se encontravam fechadas, e em outras os vendedores iam até “buscar” os clientes nos provadores para informar que o horário de fechamento estava próximo. De forma bem resumida, nossa visita foi bem fracassada (e os preços também não eram tão atrativos).

A nossa sorte foi encontrar um pequeno parquinho, onde o Bernardo fez a festa.

Port Elizabeth

Chegamos na cidade já no início da noite, e cansados da viagem desde Plettenberg Bay (foram mais de 3 horas na estrada, além das paradas na Bloukrans Bridge, Tsitsikamma e Jeffrey’s Bay), não fizemos nada além de chegar em nossa hospedagem de lá.

No dia seguinte, único dia completo por lá, optamos por uma agenda com poucos compromissos, que se resumiram a dois lugares, conforme detalharemos abaixo.

SANCOOB

Criada em 1968, a SANCOOB nada mais é do que um cento de reabilitação de animais, dando ênfase nos pinguins. O objetivo principal deles é resgatar animais machucados, doentes, abandonados ou então oiled (cheios de óleo), e se possível, devolve-los a vida normal após tratamentos específicos de acordo com a situação de cada um deles.

Além de ajudar os animais, também promovem pesquisas na área, palestras para escolas, dentre outras atividades. É possível visitar o centro mediante o pagamento de um pequeno valor (60 rands, ou R$20). A visita é toda guiada, onde é explicado um pouco mais sobre o trabalho deles. Há também um pequeno museu com ossos e animais empalhados.

Ao lado da rodovia que passa ao lado do centro de reabilitação, há uma placa no mínimo curiosa:

Placa indicando a travessia de pinguins

Praia/Calçadão de Port Elizabeth

Um dos pontos mais conhecidos de Port Elizabeth é com certeza seu enorme calçadão que faz a divisa entre o mar e a avenida principal da cidade. A temperatura da água do mar não era das mais quentes pois a temperatura era um pouco amena (22ºC), mas foi possível ao menos molhar os pés.

De vez em quando também passava uma turma de golfinhos no mar, em uma dessas oportunidades conseguimos o registro:

Golfinhos em Port Elizabeth

Uma ótima dica, principalmente para quem fica hospedado na Marine Drive, avenida onde estávamos hospedados, é o Summerstrand Village Shopping Centre, que reúne no mesmo lugar um grande supermercado, lojas e restaurantes.

Summerstrand Village Shopping Centre

E foi em Port Elizabeth que terminou nossa viagem pelo litoral sul africano. Nosso próximo e último destino será o Pilanesberg National Park, onde faremos três safaris com nosso carro. Esperamos que tenham gostado dos relatos até aqui! Em breve sairá o relato de nossas experiências em busca do Big Five.

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